Doublecast 55 - The Number of the Beast (Iron Maiden)

doublecast iron maiden the number of the beast

Mais um Doublecast sobre álbuns no ar, e desta vez Danilo de Almeida (@22daniloalmeida) e Leozão Nocete (@leonocete) falam sobre um dos mais bem sucedidos álbuns do Iron Maiden, o The Number of the Beast de 1982.
Álbum escolhido pelo nosso apoiador e também podcaster, William Floyd (@will_floyd)


Duração 01:49:17
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Um comentário:

  1. Olá à dupla mais besta numerada de crânios da podosfera que vale a pena ouvir, e muito obrigado pela resenha de um dos álbuns mais crásssssicos que a Dama Ferrosa já fez.

    Na boa, não é meu álbum favorito do Maiden (aliás, nenhum dos que mencionaram é: morrerei agarrado a minha paixão pelo Piece of Mind), mas da mesma forma ele tem algumas das canções mais apaixonantes da história da banda. Tirando por Invaders, que acho fraquinha ao extremo, gosto do resto como um todo (e Hallowed Be Thy name é um hino pra sempre, tal como Run to the Hills e 22 Acacia Avenue).

    Continuando: a estupidez puritanista estadunidense serviu bem ao propósito de divulgar o álbum. Nem foi a primeira vez que isso aconteceu. Ozzy mesmo, não fosse pelas bizarrices de sua mente capenga alavancadas pela mídia sensacionalista, não estaria no patamar em que está até hoje. Mas dizer que The Number... é uma música satânica é pedir atestado de sorvete na testa.

    A porra da música fala de um sonho que Harris teve depois de ver A Profecia, e retrata o tormento de um cabra que não consegue discernir se o que testemunhou no sonho era real ou não. Da mesma forma que os beatos cheios de gorgonzola nos bagos norte americanos, por não poderem sequer interpretar direito a letra. Parece coisa de pérola do Enem, de tão ridículo.

    De qualquer maneira, passei só pra dizer que curti muito o episódio. E pra dizer que tudo o que disseram sobre o seriado The Prisoner sequer resvala no que ele realmente foi. Se se dispuserem a assistir (é fácil de achar, pela locadora de Deah Shaggur) verão algo tão psicodélico que era como um Black Mirror sessentista. Vale muito a pena ver. Bizarro não define.

    Abração, e tomem seiscentas e sessenta e seis cervas geladas (agora que Leoptospirose voltou a enxugar cana) em homenagem a esse álbum, que estarei junto brindando com vocês. 8)

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